sábado, agosto 17, 2013

Conversas de Camarim #2 - Micos!

Atrasado, mas cá está ele! O segundo post do Conversas de Camarim finalmente saiu! Adianto logo que o atraso foi culpa minha (sim, agenda lotada só de revisão para o vestibular; me desejem sorte!). 
Dessa vez, nossa conversa vai ser sobre uma coisa que todo mundo teme: micos! E quem nunca passou por alguma situação embaraçosa? Quer saber por quais a gente já passou? Então vem rir da desgraça alheia!

   Foi difícil lembrar algum mico meu, porque, no ballet, geralmente, eu sou mais tímida e reservada. Pois bem... O primeiro que me veio à mente foi minha primeira apresentação na ponta.  Juntou um monte de condição difícil: sapatilha dura, palco pequeno pra tanta gente, coreografia recém-decorada. Aí eu já fiquei meio nervosa! Eu sou assim: quando as coisas parecem que vão dar errado, eu acredito piamente e já me desespero! Então, no meio da coreografia caí da ponta (que raiva, viu?! No ensaio nunca aconteceu!).

   Tremi tanto depois que só Deus sabe como terminei a coreografia. Acho que caí de novo, não lembro. E no final, fiquei tonta num giro, e meio que me descabelei pros lados. Na hora não foi nem um pouco engraçado, eu fiquei nervosíssima. Mas quando eu assisti ao vídeo não aguentei, e ri muito de mim mesma, e das minhas amigas (as que erraram por mérito próprio e as que se estabanaram com o palco minúsculo). Caramba, vocês não sabem o quanto eu ri! De chorar, sério!

    O outro mico foi num pequeno pas de deux que tive (pequeno? ou micro? ou nano?). O partner, com as mãos em minha cintura, me ajudava no detourné, e meus braços iam de 1ª para 5ª. Hum! Eu não meti a mão na cara dele nisso??!! Foi forte, mas eu não conseguia parar de rir junto com o resto do pessoal. Tadinho!


   Talvez fazer algo errado na frente de uma ou mais pessoas valha a pena por questão de aprendizado; errando que se aprende, certo? Aí eu me pergunto: é melhor aprender errando ou continuar na boa e cômoda ignorância? Acho que a primeira alternativa vem mais ao caso!

   Me lembro como se fosse ontem de uma apresentação de espetáculo no final do ano; teatro cheio, pra onde olhasse se veriam flashes e luzes. Minha vez de dançar... O figurino era cor da pele, coloquei um sutiã tomara que caia, para não marcar muito, e mais ou menos no meio da coreografia, ele fez jus ao nome, e foi caindo. Senti uma agonia imensa, e pra melhorar, eu não saía do palco em momento algum. Resultado: dancei assim até o fim, porque bailarina não pode se abalar com nada!

   Outro acontecimento, foi menos constrangedor, com menos público, mas também um tanto quanto traumatizante: eu estava em um teste no ballet. Era a primeira da barra (por vontade própria); estava fazendo tudo certo, até que me empolguei, fui fazer um passé na meia ponta, soltei o braço na hora, e acabei caindo, tive até uma leve torção no pé na frente da avaliadora, pra completar! Depois dessa, soltar da barra nunca mais!



Acredito que sou a bailarina mais cheia de micos nesse mundo! Sou daquelas que caem na aula de ponta e se esbarram com a colega. Todas as minhas experiências trágicas dariam um livro, então decidi contar as que considero mais interessantes (pra não falar rídiculas!).

- Atrasada no palco 
Ano passado, participei de dois festivais de ballet e dancei cinco dias seguidos. No terceiro dia eu já estava acabada e minha mente não funcionava mais. Dancei na coreografia de abertura e depois disso troquei os figurinos e acabei vestindo o figurino errado para coreografia seguinte. Resultado: quando a música da minha próxima dança começou a tocar, eu ainda estava tentando vestir o figurino correto. Dei de cara com minha professora que me empurrou no palco no meio da coreografia! Imaginem minha cara de pau rindo para o público e entrando sozinha no meio da apresentação tentando acompanhar o resto do grupo! kkkkkkkkkk Trágico!

- Sem figurino

Como as pessoas que me seguem no blog já sabem, eu participei do Festival Nacional de Dança aqui da Bahia e nos preparamos muito para isso. Como forma de "treino", nós preparamos uma mostra coreográfica com algumas coreografias que iríamos competir no evento. Minha coreografia estava presente na mostra, a dança era cheia de detalhes e os figurinos estavam no palco, eu os vestiria dançando. Como eu sempre tenho que enrolar as coisas, no meio da coreografia eu percebi que metade dos figurinos que eu deveria vestir no palco estavam no camarim; é, eu esqueci tudo lá! Tive que inventar umas adaptações na hora, mas mesmo assim foi horrível! 


   Se eu fosse falar sobre todos os micos que já paguei no balé não ia sobrar espaço! Sou muito atrapalhada e quando tem algum passo que não consigo fazer de jeito nenhum, ao tentar executá-lo, o movimento sai engraçado. Parece que quanto mais envergonhada você for, mais vergonha você passa.

   Na minha primeira apresentação de balé, eu era a primeira a entrar; depois de mim entravam mais três. Elas não entravam de uma vez, existia o tempo para cada uma, nós formávamos uma fila. No ensaio geral eu estava muito nervosa, porque eu nunca tinha dançado naquele palco enorme. O que ele tinha de lindo, tinha de assustador. E a diretora da escola ficava lá em cima de onde ela via tudo e corrigia com um microfone. Quando saiu minha música, me deu uma ansiedade tão grande que esqueci de contar e entrei muito adiantada. Resultado: fiquei só no palco, as meninas estavam esperando o tempo delas. Eu só percebi o que tinha feito quando a diretora falou: "O que essa menina tá fazendo aí sozinha?!". Na hora, eu fiquei apavorada, mas hoje até dou boas risadas disso. Não adianta, quando fico nervosa eu enfio os pés pelas mãos!

   Outro mico, dessa vez sem tanto público, aconteceu quando eu tinha acabado de sair da aula de balé. Minhas pernas tremiam por causa dos saltos, que foram muitos. Eu entrei em um dos box do banheiro pra trocar de roupa exausta. Na hora que eu me viro, uma barata enorme e nojenta começa a voar naquele espaço minúsculo! E como eu gritei.... Tentei abrir a porta que tava com a fechadura emperrada, mas a barata voava e eu tava quase sem coordenação motora. Só se ouviam meus pulos e meus gritos dentro daquele banheiro. E minha amiga lá fora: "Jinnye? Jinnye? O que tá acontecendo?!". Até que finalmente consegui escapar e corri de lá esbaforida. Um dos meus maiores pesadelos se torna realidade assim, na maior. Não sei se é mico, ou conto de terror, depende do ponto de vista. Pra mim é uma mistura do dois. 







   
   Lembro-me de vários miquinhos básicos que já passei no ballet, desde meia calça super rasgada que eu nem tinha percebido (e você vai com ela justo em dias importantes, como ensaio geral no palco!), até situações tensas durante apresentações.

   Uma dica de bailarina: quando seu figurino for colado ao corpo ou transparente, use a lingerie apropriada. Aliás, sempre use a lingerie apropriada para qualquer figurino! Quando fui um peixinho (que fofo, não?), o figurino era totalmente colado. Inventei de ir com um sutiã mais escuro e calcinha sem ser cor da pele. Até hoje quando revejo as fotos dessa apresentação, morro de vergonha! Sob as luzes dos holofotes, dá pra ver tudo que está por baixo do figurino (ninguém merece)!

    Uma apresentação ficou bem marcada na minha memória: a minha última vez no palco. Ela foi marcante não só por ser a última, mas por ter sido bem improvisada. Era uma pequena participação num festival de dança e tivemos pouquíssimo tempo para ensaiar.

   A marcação do palco foi no dia do festival, bem rapidinha; bateu aquela insegurança em todo mundo! Só que não dava para voltar atrás; entramos no palco, bem nervosas. Na valsa, cada uma tinha um arco de flores; antes de entrar no palco, todas nós deixamos os arcos arrumados, para não perder tempo na hora de pegá-los durante a apresentação. Porém, na hora H, todo mundo se apressou e pegou qualquer arco que via pela frente, desorganizando tudo; teve até gente sem arco que improvisou!

    O pior, porém, aconteceu comigo: minha sapatilha de ponta saiu do pé numa parte da coreografia! Pense num desespero (quase choro no palco!). A sorte é que foi num momento em que eu ficava parada e logo depois saía do palco; até hoje não sei como consegui calçar minha sapatilha tão rápido no intervalo da coxia. Foram os 8 segundos (sim, 8 segundos para ajeitar a sapatilha no pé!) mais desesperadores da minha vida! Tá, isso foi mais uma situação tensa do que um mico em si, mas foi muito desconcertante! 

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Na próxima semana, tem mais uma conversa de camarim!

terça-feira, agosto 06, 2013

Conversas de Camarim #1 - Apresentação

Fui convidada pela Jadlla, do blog Collant & Tutu, a participar de uma série de posts semanais chamada "Conversas de Camarim".  Todas as terças, nós e a Cyndi, do "O Meu Repertório", Geisa, do "A Rotina de Uma Bailarina" e Jinnye, do "Arabescos Dourados" iremos falar sobre algum tema que envolve o ballet; contaremos histórias, compartilharemos dicas e experiências... Uma verdadeira conversa de bastidores!  
No post de hoje, cada uma vai se apresentar e falar um pouquinho da dança na sua vida e da decisão de criar um blog.


  • Cyndi Oliveira
Olá! Me chamo Cyndi e acabei de fazer 18 anos. Comecei a fazer aulas de ballet com quase 15 anos, mas tinha muita vontade de fazer aulas desde que vi a dança pela primeira vez, aos 10 anos. Na verdade, já tive uma breve experiência com o ballet nesta idade.

Comecei numa turma básica, mas já no ano seguinte fui para uma bem mais avançada, por causa da minha coreografia na apresentação. Sim, me sentia um peixe fora d'água, mas foi muito bom ter avançado assim, porque aprendi muito (sinto dizer: amo muito o método inglês - Royal - que é o que eu faço, mas ele é lentinho). Então, fiquei nas duas turmas.

Pouco depois de fazer 17 anos (já estava no ballet há dois anos, no Grade 4 e na turma avançada), eu sofri uma lesão numa queda. Isso foi em setembro do ano passado. Lutei em fazer aulas com dor até o meio de outubro, mas meu ortopedista pediu para parar por algum tempo para minhas contusões, que foram duas num tendão e uma óssea, cicatrizarem. O chato era que eu estava ensaiando para o espetáculo; ia dançar a Valsa das Flores, do Quebra-Nozes. No final, consegui dançar; não a valsa, mas sim a mãe de Clara. Foi super legal, mas não foi a mesma coisa. Confesso que quase chorei quando vi a valsa do palco!

A fisioterapia acabou em fevereiro, e nada de eu voltar às aulas até hoje. Fiz, sim, algumas aulas do Grade 4, para o exame da Royal (que Deus me ajude, hahaha). Tô prometendo voltar desde junho, mas acho que dessa vez dá certo!

Criei o "O Meu Repertório" pouco depois de começar a fazer ballet. Eu sou muito nerdona e gostava de pesquisar tudo sobre ballet, mesmo sem fazer aula nenhuma. Já li muitos blogs, mas acho que o primeiro que passei a acompanhar de verdade foi o Dos Passos da Bailarina. Eu achava tudo isso tão legal que, quando comecei a dançar, queria partilhar as experiências que tinha também. Também tenho um Tumblr, o "Uma Bailarina", de humor. 

  • Geisa Vitte
Meu nome é Geisa, tenho 13 anos, comecei a dançar com três, para nunca mais parar. Sou fascinada por todo e qualquer tipo de arte, mas a dança é o que faz meu coração disparar! Eu, como quase todo tipo de menina), sonhava em ser bailarina e dançar "na ponta dos pés". A cada dia venho realizando o meu sonho pouco a pouco, e fico feliz em ver meus resultados, tanto em palco, quanto em sala de aula.

O "A Rotina de Uma Bailarina" não surgiu tão facilmente, pelo fato de eu não querer ser só mais uma adolescente que dança desde pequena, escrevendo em um blog de ballet. mas superei isso tudo e criei o meu cantinho pra poder dar e receber conhecimento sobre dança e armazenar tudo de importante (ou nem tanto), que aprendi. Às vezes me pego com dúvidas e questionamentos comigo mesma, e acabo usando o blog pra desabafar e dar ouvido ao que as outras pessoas tem pra falar. "Sua tarefa, é descobrir o seu dom, e então, com todo o coração, dedicar-se a ele."

  • Jadlla Cruz
Sou Jadlla Cruz, tenho 20 anos e comecei com o ballet super tarde. Desde pequena, sempre tive vontade de fazer dança, mas fui impedida por meus pais por questões religiosas e preconceitos. Passei toda a minha infância e parte da adolescência tentando convencê-los a me deixar fazer aulas de ballet, mas infelizmente não surtiu muito resultado e para não ficar parada comecei a fazer alongamentos em casa por conta própria.

Quando completei quinze anos, decidi que iria fazer ballet mesmo contra a vontade de todo mundo. Procurei escolas na minha cidade e até cheguei a fazer uma aula experimental, mas eles precisavam pagar a mensalidade, e daí voltei para o zero novamente, pois eles se recusavam a pagar, alegando dessa vez que eu já era velha demais para dançar. Não me conformei e decidi ganhar dinheiro para pagar as despesas. Foi então que decidi dar aulas de reforço escolar e foi com esse dinheiro que aos 16 anos frequentei minha primeira aula regular de ballet, foi um sonho realizado.

Desde então, nunca mais parei de dançar, passei apenas dois meses na academia que comecei a dançar e parti para outra onde me sinto bem mais feliz e acolhida. Sempre gostei muito de escrever, sempre tive diários onde escrevia todas as minhas vivências, e com o ballet não foi diferente. Criei o Collant & Tutu para servir como um diário virtual. Lá eu conto tudo que me acontece, faço alguns post com dicas e troco experiências com outros apaixonados pela dança, é um dos meus cantinho favoritos!



  • Jinnye Melo
Eu me chamo Jinnye Melo.  Tenho 22 anos e comecei o balé de verdade aos 17 anos na cidade onde nasci e moro até hoje: Fortaleza. Minha história com dança, entretanto, já é antiga. Desde pequena eu amava essa sensação de sonhar a realidade e criar minhas próprias histórias, só não sabia ainda que dançar praticamente implicava em tudo isso (para mim, sim). Eu cheguei a procurar diversos lugares desde 11 anos, mas todos diziam que eu devia ter experiência prévia, pela idade. Aos 16, descobri que nunca é tarde para começar! Então, tapei os ouvidos e fui atrás.

Comecei o básico do básico do ballet e um pouco de Jazz em um projeto da escola pública onde eu estudava. Pouco tempo depois, mudei-me para Fortaleza, fui direto para escola de dança onde faço aula de balé clássico atualmente. A primeira impressão foi de deslocamento, pois eu era a mais velha e mais desengonçada. Felizmente, eu estava encantada demais para desistir, tudo que eu queria era dançar balé e, por isso, faço aula até hoje.


Criei o Arabescos Dourados para compartilhar experiências. Faz tempo que percebo a necessidade de ter um espaço para opinar livremente sobre dança e registrar experiências. E é difícil a gente encontrar pessoas que gostam de discutir o balé clássico de maneira mais profunda. Muitas querem praticar o balé acriticamente, apenas como uma atividade. Por isso, eu acredito nesses espaços que as blogueiras criam cada uma com seu jeito, acredito neles como potenciais difundidores de questionamentos valiosos tanto para dança quanto para a sociedade. Por anos, o balé estava silenciosamente enterrado nas academias. Hoje podemos comemorar que tanta gente saiu da toca e deu cores a esse mundo invisível. 

  • Isabela Sousa
Sou Isabela Sousa, tenho 16 anos e fiz ballet por quase 7 anos (comecei com 6 anos). Atualmente, não pratico a dança de forma profissional, mas faço ritmos na academia que frequento; é muito divertido, queima boas calorias e é uma boa pedida para as bailarinas que não querem perder o rebolado!

Desde pequenina sempre gostei de dança. Poder começar cedo no ballet, numa boa companhia, foi o máximo para mim; chorava só de pensar em faltar às aulas! Cheguei a pular dois níveis e com todo esse rápido avanço, passei a buscar informações sobre ballet na internet e percebi que o conteúdo disponível era escasso. Foi desse jeito que surgiu o “Bailarina de Corpo & Alma”, sem nenhuma pretensão; queria apenas juntar as informações que fui ganhando com o tempo, reunir tudo em um único lugar. Já no segundo post, vi que o blog tinha ido além do que eu esperava. A partir daí, fui me dedicando mais e mais a ele e até hoje, após 5 anos, ele continua dando bons frutos. Lá eu posto de tudo um pouco: dicas sobre passos, alongamentos, fotos, vídeos, etc. Sempre estou respondendo perguntas no e-mail e no Ask do blog, também.

Parei de praticar ballet no Interfound/Intermediate (mais um pouquinho eu chegava ao avançado!). Tenho problemas de joelho (geno recurvatum) e, por recomendações médicas, eu teria que praticar musculação e cessar as atividades de alto impacto. Por esses e outros motivos, tive de sair da dança profissional. Mesmo assim, a paixão fala mais alto; não consigo me afastar da dança de jeito nenhum; ela sempre tem que estar presente de alguma forma na minha vida! 


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Na próxima terça, tem mais uma conversa de camarim!





sexta-feira, julho 26, 2013

Voando

"The more we raise, the less we seem to the eyes of those who cannot fly" 
Friedrich Nietzsche







sexta-feira, julho 05, 2013

Perguntas? Ask.fm!

Resolvi criar um Ask para o blog: blogbailarina. Acho que é uma forma mais prática para quem quer tirar alguma dúvida, perguntar alguma coisa ou até mesmo dar uma sugestão.

Basta deixar sua perguntinha aqui perto, na barra lateral -->



Abraços,
Isabela Sousa.

quinta-feira, julho 04, 2013

Vida, vida, vida....

Quem já leu o título do post cantarolando *e imaginando a voz do Daniel* certamente sabe que ele se refere à novela das 9, Viver a Vida. Além da trama estar ganhando o agrado do público cada vez mais, aposto que a abertura certamente já agradou os bailarinos e bailarinas desse Brasil, certo?

A animação, feita por Ryan Woodward, animador de "Os Vingadores", é Tought of You, e foi produzida em 2010. O processo criativo não foi fácil: foi preciso gravar com bailarinos de verdade; dessa forma, Ryan se baseou na dança para poder "transformá-la" em animação. Mais de quatro mil desenhos foram feitos no total!

Tought of You é encantadora. Mostra um casal apaixonado dançando, ilustrando a paixão e a fantasia que envolvem nossas mentes e as barreiras que o amor enfrenta.

Aqui, a animação original:


Algumas fotos do making-off:




Isabela Sousa.

sexta-feira, março 29, 2013

Misty Copeland

Já ouviram falar de Misty Copeland? Ela é uma das bailarinas que mais tenho gostado ultimamente. Pode-se dizer que ela é bem diferente das bailarinas convencionais pelo tipo físico super musculoso (estilo "0% de gordura"), com pernas de tirar o fôlego!


Alguém já viu a foto dessas pernas pelo face, hum hum? Sim, elas são de Misty Copeland. Eu disse que  são de tirar o fôlego! Alguém se candidata a procurar por uma celulite?
Conheci Misty através do canal Anaheim Ballet, neste vídeo abaixo. Pelo pouco que pesquisei sobre ela, pude perceber o quanto de reconhecimento merece: foi a terceira solista afro-americana na história e a primeira em duas décadas no American Ballet Theatre. 


Quem quiser ver mais fotos dessa diva, pode acessar o site oficial dela clicando aqui ou seguí-la no instagram (mistyonpointe), ela posta com muita frequência! Para os curiosos, mais fotos logo abaixo:




Vamos malhar, bailarinas? =)

Abraços,
Isabela Sousa.

domingo, janeiro 20, 2013

Coreografia contemporânea - Hometown Glory

Não sei quanto a vocês, mas eu adoro Adele. Para mim ela é uma das maiores artistas da atualidade, fiquei muito contente por alguém como ela ter aparecido no cenário musical para chacoalhar a mesmice do pop internacional.

Se tem uma coisa que faço sempre é buscar no youtube coreografias para músicas que gosto muito. Com a Adele, não foi diferente. Depois de muito fuçar, encontrei este vídeo. É uma coreografia de ballet contemporâneo com a música Hometown Glory, que por sinal é uma música de arrepiar. A versão utilizada no vídeo é um remix que INFELIZMENTE eu não consegui encontrar (se alguém souber qual é, por favor comente aqui!).



Já assisti o vídeo milhares de vezes e estou apaixonada pela coreografia, pela música, pelo estilo do vídeo, por tudo; então tinha que compartilhar aqui! Uma pena não terem utilizado a música inteira.

Inclusive esse canal do youtube está cheio de ótimos vídeos de dança, quase todos de jazz funk e hip hop. Quem estiver interessado, se inscreva e visualize os outros vídeos aqui.

Abraços,
Isabela Sousa.